“Com o glifosato, os agricultores passaram a manejar ervas daninhas com mais eficiência, mantendo a soja com menor mato-competição e, consequentemente, obtendo maior produtividade. Isso acontece porque a molécula do glifosato tem alta afinidade por cargas livres e acaba sequestrando alguns elementos da planta, impactando, em alguns casos, de forma negativa a eficiência nutricional, por exemplo, da soja”, explica o diretor, que também é engenheiro agrônomo, salientando que a aplicação interfere em determinas processos metabólicos da vegetação.
No caso do cultivo de soja, estudos científicos indicam que, em certas condições, o estresse causado pelo glifosato causa redução de massa seca e nódulos nas raízes e, ainda, provoca queda da produtividade. “Isso pode ocorrer devido ao aumento de AMPA nas folhas ou pela alta afinidade por cargas do glifosato na planta”, detalha.
A primeira delas foi a aplicação de manganês, elemento químico que têm alta afinidade com a molécula do glifosato e está presente em diversas soluções do mercado. “Hoje em dia, já temos produtos ainda mais inovadores, que além de entregar outros nutrientes importantes as plantas, como zinco, boro e enxofre, contam com tecnologia única, que atua diretamente na fisiologia da planta, mitigando esse estresse causado por defensivos agrícolas”, conclui Samuel Guerreiro.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems
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