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Onde o agro cresce, o risco também exige estratégia

A expansão do agronegócio brasileiro no comércio exterior tem aumentado a complexidade das operações e, com ela, a exposição a riscos. Entre 2023 e 2025, o Brasil superou a marca de 500 novos mercados internacionais abertos para produtos agropecuários, em um movimento coordenado por órgãos federais e entidades de promoção comercial, um indicador do avanço da presença brasileira em diferentes destinos e exigências regulatórias.

Nesse cenário, a gestão de riscos deixa de ser apenas uma etapa operacional e passa a ser um componente estratégico para empresas exportadoras, especialmente quando a cadeia envolve armazenamento, transporte, janelas de embarque, inspeções e critérios sanitários de países importadores.

No município de Sorriso (MT), capital do agronegócio brasileiro, essa realidade é ainda mais evidente. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sorriso registrou R$ 7,2 bilhões em valor de produção agrícola em 2024, liderando o ranking nacional, com forte participação em soja, milho e algodão. 

É nesse contexto que a Pansera Corretora de Seguros intensifica sua atuação regional com a filial em Sorriso, com foco em seguros e consultoria de riscos para produtores, cooperativas e empresas com operação logística e comercial.

Para Roberto Pansera, a presença local amplia a capacidade de compreender o dia a dia das operações e antecipar vulnerabilidades que, muitas vezes, só aparecem quando o problema já virou sinistro.

“Estar em Sorriso significa estar no coração de um dos principais polos agrícolas do país. Entendemos de perto as operações, os riscos logísticos e as complexidades inerentes, para desenhar soluções que protejam patrimônio e garantam continuidade do negócio”, afirma Roberto.

A atuação envolve mapeamento de riscos e desenho de coberturas alinhadas à realidade da cadeia: operações de transporte, armazenagem e movimentação, além de estruturas de proteção patrimonial e responsabilidade conforme o perfil da empresa e seus contratos logísticos. Em operações internacionais, em que um embarque pode representar valores elevados, a parametrização correta de limites, franquias, averbações e gerenciamento de risco é decisiva para reduzir perdas.

“Nosso foco é antecipar o risco, não apenas reagir quando ele se manifesta. Quando falamos com empresas que exportam, cada embarque carrega não só produto, mas margem, prazo e reputação. A blindagem correta desses ativos é essencial para a sustentabilidade financeira”, complementa Roberto.

Fonte: Helena Toniolo

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