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Financiamento internacional: com crescimento de 1,7% no Brasil, crédito no exterior pode ser mais barato

Com a taxa básica de juros ainda em patamar elevado no Brasil e projeção de crescimento econômico de apenas 1,7% em 2026, empresários e produtores têm ampliado a busca por alternativas de financiamento fora do país. Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que economias como a chinesa devem crescer 4,4% no mesmo período, criando um ambiente mais favorável ao crédito internacional, com taxas menores e prazos mais longos. 

No cenário macroeconômico global, já existem possibilidades de crédito com juros em torno de 3% ao ano, como nos mercados financeiro suíço e das Ilhas Cayman.  

Segundo a OCDE, esse contexto tende a levar os principais bancos centrais a reduzir ou manter baixos os custos de empréstimos, desde que as pressões inflacionárias continuem em desaceleração. Na prática, países com inflação próxima de zero conseguem oferecer taxas de juros significativamente menores quando comparadas ao custo do crédito no Brasil, refletindo em linhas mais flexíveis e de longo prazo. 

Apesar das vantagens, o acesso ao crédito internacional ainda enfrenta entraves burocráticos e exige estruturas financeiras mais robustas, o que afasta muitos pequenos e médios empresários. É nesse contexto que os sistemas de holding, trust e offshore_ ganham espaço como soluções estratégicas, viabilizando operações de forma legal e dentro do compliance exigido. Por serem entidades jurídicas independentes e reunirem diferentes empresas sob uma mesma estrutura, ampliam o poder de negociação com instituições financeiras no exterior e facilitam o acesso a financiamentos com juros mais baixos e garantias mais consistentes. 

Segundo o advogado Alex Coimbra, presidente e coordenador técnico nacional do IBPPS (Instituto Brasileiro de Planejamento Patrimonial e Sucessório), o crédito internacional deixou de ser uma alternativa distante e passou a integrar o planejamento financeiro de empresas que buscam crescimento estruturado e estratégia competitiva.  

“Quando o empresário percebe que pode acessar recursos mais baratos e com regras mais previsíveis fora do Brasil, ele deixa de ver o crédito apenas como solução emergencial e passa a utilizá-lo como ferramenta estratégica, criando uma diferença positiva em relação aos concorrentes. Essa já é a realidade de muitos empresários que adotaram sistemas de holding ou estruturas internacionais de offshore ou trust para organizar seus negócios e ganhar espaço no mercado”, afirma. 

Nesse cenário, o planejamento patrimonial internacional se consolida como um caminho mais seguro e eficiente para viabilizar o acesso ao crédito externo. Como reflexo desse movimento, está sendo organizada, de forma inédita, a Imersão do Crédito Internacional, que acontecerá em Genebra, na Suíça, em maio de 2026. A missão tem como objetivo apresentar ao mercado brasileiro as possibilidades de acesso a crédito internacional, com taxas que podem chegar em torno de 3% ao ano. Um evento informativo oficial de divulgação será realizado, e novas informações sobre a iniciativa serão divulgadas em breve. 

Fonte: Atendimento – Precisa Assessoria e Comunicação

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