De acordo com os pesquisadores, o composto exerce uma “poderosa atração desses insetos, o que permitiria sua incorporação em iscas alimentares tóxicas”. Extraído de maçãs e ameixas frescas, o composto já está disponível comercialmente em alguns países, sendo até então usado como feromônio em armadilhas químicas para vespas.
Segundo a pesquisadora do Inibioma Micaela Buteler, a descoberta é importante porque trata-se de um composto derivado natural e está disponível comercialmente a baixo custo: “Já existem atrativos à base de citros, mas como as formigas podem aprender a rejeitar iscas tóxicas, é necessário que outros atrativos sejam incorporados a no manejo dessa praga”.
As conclusões desta pesquisa foram publicadas na revista “Anais da Academia Brasileira de Ciências” e tiveram a participação de Micaela Buteler, Andrea Alma, Patricia Fernández e Daiana Perri. Os experimentos foram realizados em Dina Huapi, em Río Negro, San Carlos de Bariloche.
“O próximo passo é testá-lo em conjunto com um pesticida de campo, já que ainda não o fizemos”, enfatizou Buteler.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems
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