O fungo que provoca a mancha-castanha é transportado pelo vento e sobrevive em restos de culturas do ano anterior. Ainda, seu desenvolvimento é favorecido por alta umidade relativa do ar e temperaturas entre 20 e 24 graus. Para evitar ou mesmo controlar a doença, é necessário fazer a rotação da cultura, usar sementes de qualidades e utilizar fungicidas.
No estado de São Paulo, segundo o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a mancha-castanha aparece com alta incidência. Uma das maiores produtoras de amendoim se concentra no interior, na região de Jaboticabal, onde a quantidade de lavouras, entre outras condições, favorece o aparecimento da doença. O tipo mais tradicional de amendoim no Brasil, o Tatu ST, predominante no estado, ocupa de 10% a 15% da área de plantio e o ciclo varia de 90 a 100 dias. A produtividade é de cerca de 3 mil quilos por hectare, com potencial para atingir até 4 mil quilos por hectare, conforme dados do IAC.
De acordo com Antônio Nucci, gerente de produtos fungicidas da Ourofino Agrociência., a aplicação de um fungicida de qualidade e adequado para o controle da mancha-castanha é imprescindível. “A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo), e o Nillus promove essa prevenção”, diz Nucci.
Fonte: Agrolink c/Inf. Assessoria