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Da Serra Gaúcha ao mercado global: proteção como base do negócio

Relações duradouras no mercado exigem presença, verdade e capacidade de entendimento das atividades do cliente. É com essa lógica que a Pansera Seguros contribui com parcerias de décadas. Exemplos marcantes incluem o restaurante Di Paolo e a indústria Full Gauge Controls.

Empresas que atingiram um desenvolvimento estruturado e expandiram suas operações além das fronteiras do Rio Grande do Sul enxergam uma nova perspectiva. A apólice passou de uma obrigação contratual a uma estratégia de segurança e preservação.

Fundado com a proposta de oferecer gastronomia típica italiana, com pratos preparados na hora e servidos à mesa, o Di Paolo consolidou sua presença na Região Sul e avançou em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A expansão impôs desafios operacionais, patrimoniais e de responsabilidade civil.

Segundo Paulo Geremia, sócio e fundador da rede, a relação com a Pansera foi construída com base em confiança e cumprimento de compromissos. “O seguro precisa cumprir o que promete. Sempre que tivemos qualquer necessidade, prevaleceu a verdade e aquilo que realmente precisava ser feito. A equipe tem preparo, comprometimento e apresenta mais de uma opção, buscando o melhor produto para a nossa realidade”, afirma.

Para uma rede que trabalha com alto fluxo diário de clientes, múltiplas unidades e equipes numerosas, a gestão de riscos envolve desde patrimônio e equipamentos até automóveis e coberturas complementares.

Base de crescimento

Na indústria, o raciocínio é ainda mais sensível. A Full Gauge Controls, especializada em soluções de controle e automação para refrigeração, atua globalmente desde o início dos anos 2000. A empresa participa de feiras na Alemanha, China e México, mantém filial em Atlanta, nos Estados Unidos, e possui diversas patentes, incluindo uma patente de invenção concedida recentemente no mercado norte-americano.

Antonio Gobbi, sócio da empresa, ressalta que a cultura de proteção começou cedo. “Já nos primeiros movimentos da empresa percebemos a necessidade de nos assegurar. Lá por 1987 ou 1988 começamos a trabalhar com a Pansera. Sempre digo: tem patrimônio e não tem seguro, de uma hora para outra não tem mais patrimônio. O seguro é quase uma obsessão para nós”, afirma.

Fonte: Helena Toniolo

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