25.2 C
Jatai
InícioNotíciasCategoria GeralAvanço do enfezamento do milho acende alerta no campo; UPL apresenta solução...

Avanço do enfezamento do milho acende alerta no campo; UPL apresenta solução inédita contra a doença

A safra 2025/26 de grãos tem expectativa de ser histórica. De acordo com a Companhia de Abastecimento Nacional (Conab), a produção total pode alcançar 353,1 milhões de toneladas. Somente a oferta total de milho deve atingir 138,9 milhões de toneladas. Para que esse potencial se concretize, é preciso que os produtores fiquem alertas a uma das doenças mais severas e complexas do grão: o enfezamento do milho. 

Nelson Peterossi, gerente de fungicidas da UPL Brasil, do grupo UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, explica: “O enfezamento é uma doença sistêmica causada por bactérias molicutes, principalmente Phytoplasma e Spiroplasma, que infectam a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis). Esse inseto transmite a doença para a lavoura, comprometendo o desenvolvimento da planta desde os estágios iniciais e afetando diretamente o potencial produtivo do milho”. 

Por ser espalhar de forma silenciosa, o enfezamento pode provocar perdas superiores a 70% na produtividade, segundo dados da Embrapa. Um único inseto infectado é capaz de transmitir o patógeno ao se alimentar da planta, introduzindo os molicutes diretamente no floema – tecido vascular das plantas que transporta açúcares, aminoácidos, vitaminas das folhas para outras partes da planta. Lá, eles se multiplicam e se disseminam pela planta. 

Peterossi, destaca: “Antigamente, quando infectadas, as plantas apresentavam sintomas mais evidentes, como redução de crescimento, entrenós curtos, proliferação excessiva, malformação de espigas, espigas improdutivas e enfraquecimento dos colmos, que favoreciam as infecções fúngicas e podiam resultar em tombamento. Atualmente, porém, os sintomas surgem de forma mais sutil, através de sintomas ocultos, mas que ainda assim são capazes de causar perdas significativas de produtividade.” 

Outro fator que dificulta o manejo é o aparecimento tardio dos sintomas, que ocorre entre 15 e 40 dias após a infecção. Além disso, atualmente não existe solução que atue diretamente sobre a doença, apenas sobre o inseto transmissor, o que torna a prevenção o principal caminho para evitar grandes prejuízos. 

O gerente da UPL afirma: “O agricultor conta com manejo indireto, baseado no controle do vetor com inseticidas e no uso de híbridos tolerantes. Esse modelo exige múltiplas aplicações, eleva os custos de produção e, ainda assim, não atua diretamente sobre a doença, gerando insegurança e risco elevado de perdas”. 

Diante desse cenário, a UPL dá um passo à frente no manejo do enfezamento do milho ao levar para o campo Kasumin, uma solução inédita no mercado brasileiro. A solução inaugura uma nova abordagem no controle da doença ao atuar diretamente sobre os molicutes, e não apenas sobre o inseto transmissor. 

Kasumin é o primeiro e único bactericida sistêmico registrado no Brasil para o controle dos agentes causadores do enfezamento.  “À base de casugamicina, a tecnolgia possui alta sistemicidade. Após sua aplicação, é absorvido pela planta e translocado internamente, alcançando folhas, caules e novos tecidos em crescimento, exatamente onde os molicutes se instalam”. 

Essa característica permite ação preventiva e curativa, combatendo patógenos já presentes e protegendo a lavoura contra novas infecções. O resultado é o reforço da sanidade das plantas e ganhos reais de produtividade com o retorno sobre o investimento garantido. 

Nelson Peterossi, finaliza: “Kasumin reforça o compromisso da UPL de unir inovação e tradição, desenvolvendo soluções que antecipam os desafios do campo. Ao atuar onde os inseticidas não chegam, ele preserva o potencial produtivo do milho e oferece ao agricultor tranquilidade para produzir mais, com segurança”. 

Fonte: Viviane Texto comunicação

spot_img

Últimas Publicações

ACOMPANHE NAS REDES SOCIAIS