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Complexo de pragas desafiam produtividade da cana e reforçam a importância do manejo estratégico e eficaz

A cana-de-açúcar é uma das principais atividades econômicas do Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial. A safra 2025/2026 é estimada em 663,4 milhões de toneladas, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Além de ser matéria-prima para açúcar e etanol, a cana contribui para a sustentabilidade, já que seus resíduos são utilizados para geração de energia elétrica e de biometano. Porém, a cultura enfrenta diversos desafios fitossanitários, que exigem a atenção dos agricultores e afetam diretamente a produtividade e a rentabilidade. É o caso do ataque e da infestação de insetos. 

A UPL Brasil, do grupo UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de produtos e soluções agrícolas sustentáveis, alerta os agricultores em relação a duas pragas de difícil controle: o bicudo-da-cana (Sphenophorus levis) e a cigarrinhadacana (Mahanarva fimbriolata), que podem reduzir a qualidade e a longevidade do canavial. 

Leandro Valerim, gerente de inseticidas da UPL Brasil, explica: “O Sphenophorus é uma das pragas mais agressivas da cana. Suas larvas atacam o sistema radicular e o rizoma, interrompendo o fluxo de seiva e reduzindo o vigor da planta. Além disso, esse inseto dificulta a brotação da soqueira, diminuindo o número de cortes viáveis do cultivo”. 

Por apresentar ciclo longo e ficar protegido pela palha acima do solo, o Sphenophorus é a praga de mais difícil controle e a infestação se espalha facilmente por mudas contaminadas e máquinas agrícolas.  De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a praga pode causar perdas de até 30 toneladas por hectare ao ano, o que representa quase 40% de uma produção média. 

Valerim acrescenta: “Outro desafio importante é a cigarrinha, que tem dois momentos principais de ação: as formas jovens (ninfas), que vivem no solo e se alimentam da seiva das raízes, e os adultos (cigarrinhas aladas), que sugam a seiva das folhas, injetando toxinas que provocam amarelecimento, secamento e redução da fotossíntese. Isso causa perda de vigor e de sacarose (açúcar), além de favorecer o desenvolvimento de fungos, como o Capnodium”. 

Para combater o Sphenophorus e a cigarrinha, o manejo fitossanitário deve ser estratégico e eficaz, combinando monitoramento constante, controle biológico e uso criterioso de inseticidas. Soluções eficazes, como o inseticida Sperto, da UPL, se destacam por oferecer proteção comprovada e contribuir para o equilíbrio ambiental dos canaviais. 

O gerente de inseticidas da UPL afirma: “Combinando dois modos de ação complementares, com efeito de choque extremo e longo residual, Sperto é a solução de controle multi-pragas para o canavial. Sperto também oferece segurança para as usinas, pois é uma das poucas soluções inseticidas do mercado com registro de aplicação aérea. Além disso, possui a maior concentração por hectare de bifentrina, trazendo segurança e confiança no controle das pragas”. 

Em estudo realizado em parceria com a Global Cana, foi observado que a área tratada com Sperto obteve 80,5 toneladas de cana por hectare (TCH), enquanto a área “testemunha” (sem tratamento) alcançou apenas 51,6 t/há. Ou seja, ganho de 56,1% de TCH. 

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, destaca: “Sperto é uma solução única e patenteada, que entrega a melhor performance contra as pragas mais difíceis de controlar na cana. Os resultados do estudo mostram essa proteção e aumento da produtividade, reforçando o compromisso da UPL com a alta performance no campo. A gestão eficiente das pragas não é um custo. Trata-se de investimento direto em produtividade e deve sempre caminhar junto da sustentabilidade”. 

Fonte: Viviane Passerini – Grupo Texto

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