“A edição de genes fornece uma maneira segura e eficiente de fazer melhorias direcionadas em novas variedades de trigo que respondem a fatores ambientais, combatem doenças de plantas e beneficiam moleiros e consumidores. No entanto, esses benefícios só são possíveis quando os regulamentos são baseados na ciência e não enraizados no medo “, diz um novo relatório da USW.
Nesse mesmo cenário, a Calyxt com sede em Delaware, está usando a edição de genes para desenvolver trigo que produzirá farinha com três vezes mais fibras que a farinha tradicional. Sendo assim, é possível dizer que a empresa espera colocá-lo no mercado em 2022.
No ano passado, o Japão proibiu as importações de trigo canadense, depois que foi descoberto que parte do grão era geneticamente modificado. O movimento tem preocupado agricultores canadenses porque o Canadá é um dos maiores produtores de trigo do mundo, vendendo cerca de 11 bilhões de dólares (US $ 8,3 bilhões) anualmente, segundo informações da trt.net.tr.
“A situação veio à tona depois que a Agência Canadense de Inspeção de Alimentos (CFIA) divulgou na quinta-feira que havia encontrado uma pequena quantidade de trigo geneticamente modificado em Alberta”, indica.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems



