“Para que nossa produção cresça em escala, com qualidade, implementando cada vez mais gestão integrada com produtos biológicos e bioestimulantes, é necessário que as ferramentas utilizadas na agricultura sejam disponibilizadas mais rapidamente, privilegiando o uso de produtos mais modernos, doses efetivas e menores, produtos genéricos com formulações mais seguras e acessíveis e também o aumento da oferta de produtos orgânicos”, comenta.
De acordo com ela, a planta de defesa sanitária representa uma das principais atividades do setor agrícola brasileiro, é extremamente regulamentada, “tendo sua primeira legislação datada de 1934, com atualização em 1989, quando foi publicada a Lei 7809, válida até o momento, que trouxe vários avanços na priorização da vocação agrícola do país, sem perder de vista a responsabilidade de incluir avaliações sanitárias e ambientais de maneira justa, além da avaliação agronômica para obter o registro de pesticidas agrícolas”.
“O setor vive um momento de muitas reflexões e são necessárias atualizações regulatórias. Considerando a necessidade de atualização, a ANVISA publicou recentemente várias resoluções que, com a implementação, trarão ao país a segurança e a modernidade na avaliação toxicológica de pesticidas, com a agilidade e previsibilidade necessárias”, completa.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems
Crédito: DP